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Cigarro Eletrônico | Falando com pais (23/11)

Publicado 23 de novembro de 2021

Prezados Pais e/ou Responsáveis,

Envoltos em um formato moderno, os cigarros eletrônicos possuem diferentes cores, aromas e sabores. Disfarçados através de nomes, como vape e pod, esses dispositivos vêm ganhando destaque entre jovens e adultos no mundo sob o pretexto de não fazer mal a saúde. 

Porém, vale destacar que um estudo do INCA (Instituto Nacional de Câncer) mostrou que o uso de cigarro eletrônico aumenta em mais de três vezes o risco de o jovem experimentar o cigarro convencional e mais de quatro vezes o risco de o adolescente viciar nesse produto. 

Além disso, podemos destacar os danos do próprio cigarro eletrônico, como destacado neste trecho da pesquisa do INCA (disponível em https://www.inca.gov.br/imprensa/estudo-do-inca-alerta-sobre-risco-de-cigarros-eletronicos – acesso em 18/11/21):

“Os cigarros eletrônicos expõem o organismo a uma variedade de elementos químicos gerados de formas diferentes. Uma pelo próprio dispositivo (nanopartículas de metal). A segunda tem relação direta com o processo de aquecimento ou vaporização, já que alguns produtos contidos no vapor de cigarros eletrônicos incluem carcinógenos conhecidos e substâncias citotóxicas, potencialmente causadoras de doenças pulmonares e cardiovasculares. ”

Em meio à pandemia do COVID-19, também vale salientar que o compartilhamento do dispositivo entre os colegas aumenta o risco de disseminação da doença. De acordo com a pneumologista Penha Uchoa, por não gerar odor característico do cigarro tradicional, o dispositivo eletrônico passou a ser socialmente aceito em diversos ambientes, mas ela ressalta: 

“É preciso enfatizar que o cigarro eletrônico pode ser tragado de uma forma mais rápida e mais frequente e já dispõe de cartuchos que possibilitam o indivíduo dar 200 tragas em um curto espaço de tempo, o que corresponde a tragadas de 20 cigarros, ou seja, um maço de cigarro convencional”.
(disponível em https://www.saude.ce.gov.br/2020/08/28/popular-entre-jovens-cigarro-eletronico-traz-riscos-a-saude/ – acesso em 19/11/21). 

Por esses motivos, o Colégio Intelectus conta com a colaboração dos pais e responsáveis para coibir o uso desses dispositivos, em qualquer ambiente, pelos jovens. Ressaltamos, ainda, que a comercialização, a importação e a propaganda de cigarros eletrônicos são proibidas no Brasil pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária desde 2009 (RDC 46, de 28/08/09). 

Assim, reforçamos que o uso e a posse desses dispositivos, no Colégio Intelectus, viola as normas de convivência do regimento escolar, estando o aluno sujeito às sanções previstas, tais como suspensão e até eventual transferência compulsória do estudante.

Algumas imagens de modelos disponíveis no mercado:

Direção e Coordenação

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